O vírus Ebola no Brasil seria uma catástrofe ainda maior.
As autoridades brasileiras precisão imediatamente tomar medidas preventivas e diferenciadas, para evitar a entrada do vírus ebola no Brasil.
Da redação Worldwide - Por Sérgio Coutiy - O Ebola no Brasil seria uma catástrofe ainda maior. As autoridades brasileiras precisão imediatamente tomar medidas preventivas e diferenciadas, para evitar a entrada do vírus ebola no Brasil. O Brasil possui uma extensa fronteira. No total são 15.179 km de fronteiras com diversos países da América do Sul. As Fronteiras Brasileiras são - Guiana Francesa: 655 km de fronteira, situada totalmente no estado do Amapá. - Suriname: 593 km de fronteira, sendo no estado do Amapá (52 km) e no Pará (541 km). - Guiana: 1.606 km de fronteira, sendo no estado do Pará (642 km) e Roraima (964 km). - Venezuela: 1.492 km de fronteira, sendo em Roraima (954 km) e Amazonas (538 km). - Colômbia: 644 km de fronteira, situada totalmente no território do estado do Amazonas. - Peru: 2.995 km de fronteira, sendo no Amazonas (1.565 km) e Acre (1.430 km). - Bolívia: 3.126 km de fronteira, sendo no Acre (618 km), Rondônia (1.342 km), Mato Grosso (780 km) e Mato Grosso do Sul (386 km) - Paraguai: 1.339 km de fronteira, sendo no Mato Grosso do Sul (1.131 km) e Paraná (208 km). - Argentina: 1.263 km de fronteira, sendo no Paraná (293 km), Santa Catarina (246 km) e Rio Grande do Sul (724 km). - Uruguai: 1.003 km de fronteira, totalmente com o Rio Grande do Sul. E como todos sabem, existem entradas e saídas que nem são conhecidas pelas autoridades brasileiras, entradas e saídas que são usadas para o trafego de animas e contrabando. A entrada de imigrantes ilegais no Brasil é constante, porem não é prática das federações brasileiras se preocuparem com isto. Se uma pessoa entrar ilegalmente no Brasil e este não se envolver em situações que possam confrontá-lo com a polícia brasileira, este poderia viver por décadas no Brasil sem ser notado. E da mesma forma atravessar a fronteira quantas vezes ele precisar, levando e trazendo o risco da contaminação do vírus Ebola, e outros que ainda nem conhecêssemos. O fato é que esta situação agora terá que mudar, se o Brasil mantiver a mesma política de controle de fronteiras, colocará a si próprio e as nações vizinhas entre os países de risco eminente. Mesmo não havendo vôos direto dos países acometidos pela epidemia ao Brasil, existe o risco da travessia por escalas, como por exemplo, passageiros de vôos que desembarque na Argentina e depois siga para o Brasil pelas fronteiras terrestres onde não é tido nenhum controle sanitário. Mas esta situação também poderia ser observada ao contrario, pessoas que atravessam do Brasil para Argentina pelas fronteiras terrestres com o intuito de pegar vôos a partir de lá. Apesar de todos os esforços já realizados pelo Itamarati para conter esta doença fora do território brasileiro, já existe um paciente suspeito de infecção pelo vírus Ebola, mas este apresentou resultado negativo após análise no Instituto Evandro Chagas. No entanto a confirmação só deverá ocorrer após a realização de um segundo exame, cuja mostra será coletada neste domingo. E terá o resultado divulgado ainda na segunda feira, informou o Ministério da Saúde em entrevista coletiva. Já a Organização Mundial da Saúde a (OMS) não recomenda restrições de viagens para os países que apresentam transmissão porque o risco de infecção para os viajantes é muito baixo, já que a transmissão de pessoa a pessoa só se dá com o contato direto com os fluidos corporais ou secreções de um paciente infectado. Além disso, a transmissão ocorre, principalmente, em vilas e povoados de áreas rurais. Pessoas que viajam a trabalho para as capitais ou cidades desses países devem evitar qualquer contato com animais ou com pessoas doentes. Os profissionais de saúde que viajam para as áreas com transmissão, nesses países, devem seguir estritamente as medidas recomendadas pela OMS para o controle da infecção. Os brasileiros que residem nos países onde há transmissão do Ebola (Libéria, Serra Leoa e Guiné) devem evitar deslocamentos para as áreas rurais e vilas onde estão ocorrendo os casos, ficar alerta às informações e recomendações prestadas pelos Ministérios da Saúde desses países e evitar contato com animais ou pessoas doentes.
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