PM negocia rendição de suspeito de balear três no Centro de SP
Ocorrência aconteceu na Rua Castro Alves, na Liberdade. Corpo de Bombeiros e Gate foram acionados.
A Polícia Militar negociava a rendição de um homem suspeito de balear três pessoas em uma casa na Rua Castro Alves, na Liberdade, no Centro de São Paulo, por volta das 11h10 desta quinta-feira (18). Segundo a sala de imprensa da PM, o homem teria feito os disparos por volta das 8h30. O Corpo de Bombeiros foi acionado. Segundo a corporação, porém, as vítimas foram socorridas pela própria Polícia Militar. Segundo a PM, o suspeito tem problemas mentais. De acordo com o Globo Notícia, os baleados são uma psicóloga, um oficial da Justiça e um enfermeiro. As vítimas foram ao local para interná-lo e foram recebidas a balas. Segundo a Secretaria Muncipal de Saúde, as três vítimas foram levadas ao Pronto-Socorro do Hospital Vergueiro e devem passar por procedimentos cirúrgicos. O estado de saúde do enfermeiro, de 37 anos, da assistente social, de 45 anos, e do oficial de Justiça, de 49 anos, era considerado estável. À Globo News, o tenente Eduardo, da Polícia Militar, informou que um homem do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da PM, negociava com o atirador pelo telefone celular da mãe do suspeito. O Gate isolou a área. Ainda de acordo com a Globo News, o suspeito sofre de esquizofrenia, tem 32 anos e possui várias armas em casa. Uma ambulância do Samu e outra dos bombeiros estão de plantão no local. Segundo o tenente coronel Marcelo Pignatari, as conversas são interrompidas constantemente porque o atirador desliga o celular. O suspeito lê ao telefone trechos de uma petição judicial para interná-lo e demonstra revolta, segundo o policial. Gouveia contou à polícia que está ferido no braço e na cabeça "Provavelmente ele se feriu quando entrou em luta corporal com uma das pessoas que foram cumprir o mandado judicial", disse Pignatari. Pedido de interdição De acordo com pessoas ligadas à família do atirador, ele tem 33 anos, não trabalhava e tinha esquizofrenia, constatada em laudo médico. Ele estava hospedado na casa da psicóloga baleada - não há informações sobre a ligação dela com o suspeito. A família havia entrado recentemente com um pedido de interdição, como medida protetiva para avaliação e internação. Um advogado da família acompanhou a chegada de equipe formada por um oficial de Justiça e três enfermeiros.
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