ANP nega possibilidade de espionagem a banco de dados sobre petróleo
Em audiência na CPI da Espionagem, a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard, disse aos senadores que para roubar as informações do setor seria preciso "um espião paranormal", pois o banco de dados de exploração e produção de óleo e gás natural brasileiro não está ligado à internet. "Podem ficar tranquilos, pois não é possível espionar o banco por meio da rede mundial de computadores", afirmou. Segundo Magda Chambriard, trata-se de um dos maiores bancos de dados relativos ao setor petrolífero do mundo e funciona na Urca, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro, afastado da sede principal da ANP, que fica no Centro da cidade. Além disso, segundo ela, o banco conta com uma sala cofre a prova de balas, incêndio e protegido de outras ameaças. "O acervo é imenso. São dados geológicos, sísmicos, físicos, perfis de poços, testes de poços e amostras. O que tem hoje equivale 60 milhões de gaveteiros cheios de informações. Ou algo igual a 20 bilhões de fotografias digitais de alta resolução" exemplificou. Com informações da Agência Senado.
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